Vicente's profileMontarazPhotosBlogListsMore ![]() | Help |
|
|
August 27 vai passarO homem está diretamente preso à dominação, qualquer manifestação pessoal nos transmite
a falta de liberdade agonizante, a cadeia de jaulas é gigantesca e a cada cadeia de pensamento surgem novas prisões. Quanto se gasta em uma morte? Um pensamento? Uma bala? Uma ação? Quanta violência podemos sentir em uma bala? Quanta arrogância tem no lançamento de um míssil? Quanta severidade há em uma machadada? Seriam tais ações verdadeiramente libertadoras se como se diz ocaso cada passo institucionaliza-se a ação em certo e errado e cada lado tem seu valor? Onde está a verdade da ação? Na mente ou na morte? O mundo hoje só existe na mente, o psicológico se desenolveu tanto que parece ser o mais novo demônio do milênio, o demônio submisso do grande satã, tentemos fz leituras apologeticas à bíblia, com o apocalipse (pra ser mais extao)
o grande demo está aí, e já funciona como alteridade, e o nome dele também se escreve com números, O CAPITAL.
Este por sua vez faz com que as letras nada valham, com que as dores sejam facilmente esquecidas, com que o juízo
que está em confronto com as outras realidades coercitivas se perca em raciocínios epistemológicos do ovo,
viver é passa tempo, e o medo é vencido pelos fantasmas materializados pelos psicólogos, o mal pode virar bem
em qualquer momento e nossos pais são apenas não são mais nossos preceptores. A maturidade não mais vem do
conhecimento, estamos em um estado das coisas onde tal maturidade só se aprensenta pela profundidade do que acha-se conhecido.
O artista não é mais criador, nos dias de hoje, os dito melhores, os heróis dos píncaros funcionam na simples lógica do Capital,
a arte de aludir, de ilustrar de iludir, pois já não existe público, só temo espectadores. January 22 memória O que é que fica de semana de amor? Saudade ou lembranças? Acho que pra essa palavra não existe significado, penso que isso não passa de uma criação portuguesa, nostalgia é uma dor iventado pelos caras das caravelas?
O que eu tiro de uma semana de amor não é apenas um sentimento reducionista, isso não tem lógica pra mim, eu lembro das pessoas que eu conheci, dos momentos que passamos juntos, das superficialidades desmascaradas, do medo de não estar sendo uma pessoa "legal", de me metamorfosear para parecer um idiota embaraçado, de não querer sair do lado de certas pessoas. Vem cá, alguém ai acha que um sujeito é assim ou assado? Qual o conceito que pode ser dado a uma pessoa? Quem pensa assim é imbecil? Essas imagens transcedentais, virtuais e ao mesmo tempo reais que estão presas no meu cérebro me fazem sentir saudades? Você não gosta do texto porque é desconexo? Aprendam a viver pessoas, o mundo não é do jeito que estamos acostumados a ver, a evolução não é uma verdade, newton foi um vacilão que se empolgou com um grande amor e Glauber Rocha, Henfil ou Darcy Ribeiro são seres humanos.
O que eu quero dizer é que estou apaixonado, que só me motivo quando me sinto vendado, e que na cama, completado com meu objeto, sou um nada, estou desconstruído, dizimado e dissipado. Me sinto maravilhosamente bem com isso. December 14 Porque entender?Porque entender? Se já temos tudo o que nos é passado com a própria vida? Eu estive pensando que os empiristas têm a melhor afirmação a se fazer, quando você liga um pensamento ele já não está em você? O quanto precisamos dos livros, dos professores, das pessoas que nos cercam...Será que se ficássemos sozinhos maturando tudo que aprendemos durante um semestre não chegaríamos a entender(entender meeessssmo) melhor e até criar a partir do que nos foi passado? Mas acontece que esses mesmos empiristas se detêm a aspectos que não valem um vintém, poxa, nossa mente percebe quantas coisas ao mesmo tempo? Será que dá pra ser dialético mesmo? Eles (os empiristas) se perdem ao se aplicarem no saber de como as coisas são apreendidas por nós e como elas se comportam para nós, e eu falo sem querer tirar a validade do conhecimento científico aplicado a essas coisas. O problema é que esses conhecimentos valem muito pouco para a filosofia, penso que deveríamos nos deter no porque entender tais coisas, no dia-dia; ou pensar no que Nietzsche tentou nos dizer... Ora se eu escrevo algo que não tenho a mínima idéia de onde saiu, e quando tenho e parece que sempre tenho, o pensamento é tão meu quanto seu, pareço não passar de um processador monstruoso que só faz aquilo o que é comportado por ele, mas esses processadores são ou não algo da esfera além do homem? Esse deveria ser o grande paradigma, e não na descrição de como entendemos isso ou aquilo. E se somos somente máquinas não criamos nada? Uma máquina não pode criar nada? Olha que lindo, as máquinas podem criar algo quando erram. Do mesmo jeito que evoluímos geneticamente, as nossas criações não passam de erros, então para que entender tudo mostrando que se sabe fazer bem a caligrafia? Será que já tínhamos todo esse potencial que o homem nos trouxe? Será que o mundo na relação com o esse idiota que sempre foi o ser humano teria capacidade de imaginar além do homem? Sabemos que os sonhos são realizados com o tempo, mas é nítido que há um limite; Se esse sistema solar implodir nada do que somos ou fomos vai ter valor, depois do romantismo já não há valor no homem que meu pai foi... Ou você ainda acha que Deus irá nos teletransportar para um mundo irreal? E se nos levar, acha que será você ainda? Pensem, na seguinte frase: Eu não quero um Nietzsche, eu quero um intérprete. Quem vale mais para o racionalismo? Nós rimos muito quando lembramos de frases do tipo: “Esse livro é feito para aqueles que nem sei se existirão” ou quando se diz: "Algum dia necessitarão de instituições em que se viva e se ensine como eu entendo viver e ensinar; talvez mesmo sejam instituídas cátedras próprias para a interpretação de Zaratustra". Daí chega um copiador de raciocínios que está concluindo um doutoradozinho e tem a cara de pau de dizer que entende Nietzsche assim ou assado, e pior, de um modo academicamente cru, e ainda pior, com um fevor de uma Márcia Tiburi, o pior mesmo é que no final ainda aplaudimos todos seus sofismas embriagados com o sentimento de não sermos camponeses ignorantes. Hahuauauahua, é muito engraçado mesmo, somos uns palhaços. Os intelectuais que absorvem tudo para defender seu ponto de vista mais infantil me deixam doente. Se eu tivesse conhecimento científico de como minha cognição se comporta na aprendizagem mais comum (algo superior à teoria babaca de significantes e significados, a baboseira que deve ser semiótica ou a toda lambança que Freud nos deu), teria eu um aprofundamento maior na problemática do entendimento? Os projetos ainda não ultrapassaram especulações...Que diabo é isso que eu escrevi... Um dia eu termino... November 24 Übermensch nada a ver, desconexão lógica.Queria ser o homem sobre humano. Não sei como, sempre que ouço falar disso uma coisa vem repetinamente à minha cabeça. Será nostalgia de uma época terrível? Será medo de faltar desejo? Será que dá pra ser sobrehumano sem deixar de ser humano? Examinemos mais de perto essas dúvidas. Que o ser-humano não sabe viver sem dor já é tranquilamente entendível, mas que bicho seria mais perfeito que o mais humano dos humanos? Se os genes determinassem o que devemos ser, como seria um "projeto" que tivesse o ápice das características de Gandhi, Jesus Cristo, Bill Gates, Lula, Vinícius de Moraes, Nietzsche, Sartre, cruzado com uma mãe africana que está sem leite no peito por não comer...Teríamos aqui, na sequência, o cume de alguns sentimentos humano, a saber, Amor, Liberdade, Ganância, Inteligência (hehehe), Amor, Desejo, Completude e Desespero. Alguém com tais características por vezes contraditórias não poderia ser chamado de aberração? Pensemos. Se fosse você que tivesse todas essas características, se sentiria à vontade em usá-las em qualquer ocasião? Ser simplesmente por comportamento. A humanidade sobreviveria entre seres puramente humanos? Penso que todos se destruiriam. É terrível, mas entendamos, não há salvação, não há o céu, não há um lugar onde exista consciência sem dominação, penso até que alguns filósofos nos trazem algo de positivo, algo do qual possamos tirar proveito mesmo. Se esses idealistas falseados em vontade de potência aceitassem a tragédia humana como momentos isolados sem negativá-los, se esquecessem as perspectivas históricas sem sentir evolução, se perdessem as pretensões megalomanícas imaginando a humanidade como algo insuperável. Poderíamos chegar a algo além do Übermensch Nietzscheniano. Pensar em uma "coisa" para além do além do homem parece ser redundante, mas se usássemos o entendimento herdado dos pensadores (pra mim é algo congênito, não de pai para filho, mas de erro) como necessário sem dizer que o empirismo é contrário ao racionalismo, que a psicanálise é contrária ao behaviorismo, e subvertéssemos a idéia de morte antes do fim de tudo mesclando arte, filosofia e ciência usando o positivismo para cuidar da vida social em um universo insustentável teríamos um caos completo. Penso que o céu é aqui na terra, aqui mesmo em cima do fio da navalha, aqui no Brasil. Temos todas as oportunidades de nos vangloriarmos por nosso povo e nossa terra, só em lugar onde há tantos traumas pode ser construído algo de novo. Só aqui onde temos o furor contido das massas desavisadas há perspectivas de mudança, só no inferno pode-se gerar vida (não é bom nem ruim, é só vida). |
|
|