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July 17 Mostra de filmesEstou tentando organizar uma mostra
de filmes dos mais diversos estilos para exibição regada a vinho e conversas. Obs. Aberto a opiniões, local ainda não definido Aqui está a lista dos Filmes a serem exibidos nos encontros. Favor fazer a votação (somente nas categorias, haverá um sorteio do filme a ser exibido) por scraps ou em comentários no site: Tráfico no morro D. Marta
A marcha dos pinguins A vida em vídeo-game Brasil para além cidadão Kane A carne é fraca Super size-me - a deita do palhaço Universos paralelos (bbc) A sinfonia inacabada de Einstein (bbc) Falcão - meninos do tráfico Trilogias Poderoso chefão
Matrix Mad- Max Clássicos
Run Lola Run Lola Roma Citta Aperta Aguirre, The Wrath of God (Herzog - 1972) Altered States Hallucinations of Derange Mind (zé do caixão) Quero ser Jonh Malkovich Munique Os intocáveis The Shawshank Redemption - Stephen King The Pianist The Unbearable Lightness of Being Transpotting Tristão e Isolda Waking Life Diretores
Lars Von Trier Dancer in The Dark (Com Björk)
Europa The idiots Costa Gravas Z (1969)
Bergman O Sétimo Selo
Glauber Rocha Terra em Transe
Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro Deus e o diabo na terra do Sol Antonio das Mortes F. Meireles O jardineiro Fiel
Jorge Furtado O homem que copiava
Etore Scola Brutti, Sporchi e Cattivi
Biograficos A história de Adolf Hitler
Cidadão Kane Fidel Mein Kampf(Hitler) Dias de Nietzsche em Turin Drama Bad Boy Bubby
Bagda Café Brilho Eterno de uma mente sem lembranças The Ballad of Narayama (Japan 1983) O terminal Requiem para um sonho OldBoy Guerra
Noticias de uma Guerra particular (hitler) Prelude of War (propaganda EUA para 2 guerra) August 30 Positividade!!!Ta bom, vou escrever algo de positivo.
" Eu estou errado! Não é desespero de não saber o que dizer ou não ter o que ou a quem, é uma conclusão quase objetiva. O engraçado é que eu critico, discordo, mas será que sou eu mesmo? Será que a modernidade não está errada? Leia o texto anterior, se tiver preguiça, digo que ultimamente tenho observado que não percebo um eu em mim; Por mais que venha Descartes com a aquela falácia, não importa; Por eu saber que estou aqui, que o eu existe. E saber , hoje em dia, que sou um cérebro (órgão químico, não sei se físico) sei que em um momento ou noutro existe um ambiente com o qual eu me correspondo e que este influência diretamente as minhas decisões do que é realidade e percepção errada através da massa, e essa massa pode não ser só a de neurônios, pode ser também do organismo vivo que é o é, ou o grupo destes(pior que estou me arriscando a errar sem usar os argumentos da quarta meditação)"...Pronto, isto basta para perceberem, vou parar senão vocês vão rir de mim. Viu só, coisas minhas, nada tem conexão, coerência, tudo é dissonante e tudo parece que é envolto de opiniões superficiais, sem coordenação lógica. Ou seja, não sou "eu" que é assim, se você pensar um pouquinho, só um pouquinho, vai começar a entender que todos são assim, só que a maioria consegue ordenar racionalmente suas suposições afim de afirmar algo que a razão o fez acreditar como verdadeiro, ou próximo do verdadeiro numa perspectiva positivista. Isso sim é angustiante, isso sim é doloroso, e é até pior do que só conceber o ser humano como uma coisa, um animal, que é o que mais parece, querendo embalsamar o seu "eu" através das armas que possui. Será que é só sobrevivência? Será que só quando aceitarmos que somos animais vindos do nada que evoluiremos a ponto de ganhar essa batalha incessante contra a foice do destino? (não esqueci que a modernidade trouxe um plus a essa possibilidade) Não quero afirmar, sou humanista, sou fisicalista, sou fenomenologo, sou existencialista; O meu eu, o centro da bola de neve que rola controlada pela razão na DESCIDA (quanto mais se sabe, mais se sabe que pouco se sabe) do conhecimento continua IGNORANTE! August 04 Amelie PolainSabe aquele filme, "O Fabuloso Destino de Amelie Polain", pois é, não estou lá muito satisfeito, muito irreal (eu sei que é pra sonhadores, falo no mundo dos sonhos), eu não sei por que mas fiquei tentando me comover, acho que talvez por que todo mundo diz que chorou ao vê-lo, em alguns momentos eu realmente até senti um pouco de ânsia, como dizer isso? Assim, é como se pra chorar de verdade eu precisasse que o frio na barriga fosse causado por um fato, assim uma batida, um carro me atropelando, e durante o filme só houvessem freadas bruscas ou carros buzinando perto de mim. Acontece que eu me abri foi muito! Ri como se visse alguém tropeçando, ou como se alguém passasse por um problema que já passei. Eu sei que não é só porque tem DRAMA escrito lá na capa que deve-se chorar, por exemplo, conheço muita gente que ri de filme de terror. Não digo que o filme é ruim, até porquê odeio esse negoço de: Ah! o filme é bom, eu até chorei! Achei o filme lindo, mas concordar com seu final não me deixa satisfeito. Aquela "idéia" de que os dois terminam bem não condiz com a realidade(mesmo dos sonhos), onde já se viu dois "idiotas" se darem bem? Amelie puxou aos pais, era cheia de manias.Aposto que em dois dias de convivência eles já estavam enjuados com "realidade"(mesmo a dos sonhos), além de que mesmo num mundo de fantasias nem tudo termina bem. Gostei muito do filme, mas chorar mesmo não consegui. June 21 Poesia de baixo calãoEra uma vez um cú, Que amava suas pregas, Tinha treze belas meninas Em volta de sua bodega. Um dia para seu espanto, Algo terrível aconteceu, Depois de uma bosta bem grossa, Uma preguinha faleceu. Foi uma situação terrível, Um pobre cú em depressão, Lembrando de sua menina Se arrebentando com o cagalhão. Enfim tudo passou, E o cú voltou a sorrir, Mas para seu suplício, O pior ainda estava por vir. A bunda em que morava Entrava na adolescência, E com o fluir dos hormônios, Começaram as indecências. Numa bela noite, Na calada da madrugada, O cú sente uma dor forte A primeira pirocada. O cú ficou aflito Se contraiu todo... como a breca! A piroca desistiu E foi comer a perereca. Agora todo cuidado é pouco, E o cú vive sob tensão, Embora não comido, Sabe que rola é uma tentação. Em um descuido do cú, Um minuto de insensatez, Veio a piroca sedenta E entrou de uma só vez. E o cúzinho de outrora feliz, Hoje não sorri, não se move Das treze pregas que tinha, Restaram apenas nove. Ele estava horroroso, Nunca mais seria igual, Ficou flácido e mole, Uma moeda de um real. A história não acaba aí, Há mais cenas de horror, Pois o cú que era alegre, Virou um cú vingador. Nunca mais se contraiu, Deixa tudo passar, E a bundinha que era linda Agora só vive a cagar. Dizem as más línguas, Que esta hitória se espalhô, E todo cú "caga-pau" É discípulo do cú vingadô. |
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